Estudantes alemães posam nus para calendário
Ele foi produzido por estudantes da Universidade de Magdeburg.
Calendário está sendo vendido por 13 euros em site na internet.
Universitários alemães decidiram tirar a roupa e posar nus para um calendário, que tem como cenário a sala de aula e outros espaços do cotidiano dos estudantes da Universidade de Magdeburg, segundo reportagem publicada pelo jornal alemão “Bild”.
De acordo com o "Bild", mais de 60 voluntários fizeram teste para fazer parte do calendário de 2010. A estudante Anke Mauth, de 25 anos, disse que foi "muito divertido e descontraído" participar da iniciativa. "As fotos ficaram ótimas", afirmou ela.
De acordo com Nadine Staats, de 23 anos, a foto em que eles aparecem juntos na sala de leitura foi ideia dos próprios estudantes. A imagem representa o mês de dezembro do calendário, que está sendo vendido por 13 euros no site www.un.geniert.de.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Embora sua maneira inusitada de ver o mundo possa causar estranheza a muitos, Tim Burton é um dos cineastas mais completos de sua geração, trabalhando com propriedade desde a animação, na clássica técnica do stop motion, até filmes, que brincam com ficção científica (com fortes toques dos filmes B, tal qual Marte Ataca!) e os musicais (Sweeney Todd). A exemplo de outros criativos com uma visão tão peculiar, e beirando o tenebroso, como Guillermo Del Toro, Burton não se limita apenas ao trabalho com o cinema, escrevendo livros e tendo uma produção artística íntima. Até agora, ao menos.
A partir do dia 22 de novembro, os nova-iorquinos (e sortudos que estiverem na Grande Maçã) poderão conferir detalhes de seus filmes e diversos outros trabalhos do autor no MOMA, o Museu de Arte Moderna de Nova York. É uma forma de conhecer mais (e, se possível, compreender) a cabeça de Burton, bem como lhe prestar a devida homenagem por seu papel na cultura pop. Serão exibidos story boards, esculturas, maquetes, desenhos, curtas, filmes… Enfim, o que você puder (ou não, é melhor nem tentar) imaginar.
confira o trailer da exibição:
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A sátira é uma técnica literária ou artística que ridiculariza um determinado tema (indivíduos, organizações, estados), geralmente como forma de intervenção política ou outra, com o objectivo de provocar ou evitar uma mudança. O adjectivo satírico refer-se ao autor da sátira.
A paródia pode estar relacionada com a sátira. A paródia imita outra forma de arte, de uma forma exagerada, para criar um efeito cómico, ridicularizando, geralmente, o tema e estilo da obra parodiada. Ainda que por vezes as técnicas próprias da sátira e da paródia se sobreponham, não são sinónimas. A sátira nem sempre é humorística - por vezes chega a ser trágica. A paródia é, inevitavelmente de carácter cómico. A paródia é imitativa por definição - a sátira não tem de o ser. O humor satírico tenta, muitas vezes, obter um efeito cómico pela justaposição da sátira com a realidade. O principal objectivo da sátira é político, social ou moral - e não cómico... O humor satírico tende, pois, para a sutileza, ironia e uso do efeito cómico do deadpan (impassibilidade do humorista, como se não percebesse o ridículo das situações que apresenta).
Nas sociedades célticas, cria-se que uma sátira composta por um bardo tinha efeitos físicos, semelhantes a uma maldição.
Hoje ainda podemos falar de sátiras e paródias audiovisuais, que nada mais são do que as reproduções da sátira ou da paródia como as conhecemos através de meios audiovisuais, como a televisão, o cinema e mais recentemente a internet. A sátira e a paródia aqui ganham elementos novos, pois passa-se a trabalhar com o jogo de imagens e sons, sendo esses dois os principais elementos com que se irá criar o efeito cômico ou o efeito crítica-ironia, e não mais através somente do texto e de sua interpretação. O leitor da sátira e da paródia passa ao espectador desses estilos que em última análise podem se manifestar em qualquer linguagem.
Uma das características da sátira antiga é a apropriação paródica dos mais diversos gêneros literários da Antiguidade, incluindo uma heterogeneidade estilística em que prosa e verso encontravam misturados no mesmo texto. Mas outra etimologia, ligada à língua grega, associa a sátira à figura mítica do sátiro, lembrando uma de suas características mais importantes, já encontrada na comédia antiga e transmitida ao romance: a irreverência. O que caracteriza a irreverência satírica é o seu caráter denunciador e moralizador. De fato, o objetivo da sátira é atacar os males da sociedade, o que deu origem à expressão latina: castigat ridendo moris, que se pode traduzir livremente como "castigar os costumes pelo riso". Por seu caráter denunciador, a sátira é essencialmente paródica, pois constrói-se através do rebaixamento de personalidades (reais ou fictícias), instituições e temas que, segundo as convenções clássicas, deveriam ser tratados em estilo elevado. Ou seja: a sátira ri de assuntos e pessoas "sérias", para denunciar o que há de podre por trás da fachada nobre impingida à sociedade. Portanto o riso satírico é diametralmente oposto à idealização épica.
Sendo o riso satírico em geral extremamente sarcástico, o grotesco é um dos procedimentos favoritos do satirista, que costuma mostrar a deformação grotesca do corpo do personagem satirizado como uma alegoria dos seus defeitos morais. Resumindo: TODO MUNDO, ADORA VER A DESGRAÇA ALHEIA! aiuaieaheuihaiuehuiaheuihaeuihaiueohiuaheiuhae...e rir é o melhor remédio!! =D
Fanatismo Maldito

Que chatisse é fanatismo! E como são cheios de hipocrisia os fanáticos! Os mais chatos são os religiosos, sempre com aquele olhar de "eu sei coisas que você não sabe". Fanáticos de outros tipos também são chatos, mas esses são mais fáceis de ignorar e se você não estiver por dentro, ou fingir não conhecer seu assunto favorito eles nem conseguem perturbar tanto. Pior mesmo são os fãs de Jesus. As pessoas mais preconceituosas, precipitadas, bitoladas, invejosas, recalcadas, egoístas e, consequentemente, infelizes de que já tive notícia arranjam um jeito de enfiar o nome de Jesus, ou de Deus, no meio de qualquer assunto besta. Só posso concluir que ou são cegas e surdas, só fingem que lêem a bíblia e não ouvem o que dizem seus guias espirituais, ou não conseguem compreender uma palavra sequer do evangélio. Julgam, não se importam em ser pacíficas, fazem intriga, são apegadas a símbolos e objetos, querem parecer superiores e putz, como são cafonas, cara. Outro dia eu estava no perfil de uma pessoa que participa das seguintes comunidades: Você tem peito? Eu tenho cérebro.; Eu sou humilde; e Eu danço para Jesus. Nossa! Será que Jesus acha isso legal? E esse pessoal que cisma em pregar em praça pública? De longe parece até briga, de tanta estupidez que o maluco põe no tom de voz. E o pior, ficam ali pregando ao invés de tratar de praticar as coisas que dizem. Ai, e as músicas Gospel?! Deus! Também tem os adesivos de carro: Propriedade de Jesus; Foi Deus que me deu; Veículo monitorado por Jesus; Jesus está vivo. Falei com ele hoje. Ai mongos, Jesus não tem carro, ele voa! Lembra quando ele voltou pro céu? Então. Já Deus, não pode ser confundido com raspadinha. Ele é um bom pai, não fica dando carro de presente, pra você aprender a trabalhar e conseguir ter o seu sozinho. E outra, Jesus deve ter mais o que fazer do que monitorar veículos e bater papo com puxa-sacos. Não, eu não posso acreditar que Jesus, em seu infinito bom gosto, tendo o pai que tem, recebe essas cafonices numa boa!
Assinar:
Postagens (Atom)


